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São as atividades ligadas à criação, produção, edição e direção de programas de rádio e TV. Esse profissional se envolve na elaboração e na veiculação de programas jornalísticos, esportivos ou de variedades, exceto nas atividades reservadas a jornalistas e atores, como reportagem e dublagem. Ele monta a programação da emissora, redige roteiros, produz e edita programas. Chefia equipes de gravação e de produção e orienta a construção de cenários e a contratação de mão de obra. Pode atuar como comentarista, apresentador ou locutor. Trabalha em emissoras de rádio e TV comerciais, educativas ou comunitárias, em produtoras de vídeo, agências de publicidade e empresas que criam programas para transmissão pela mídia eletrônica.

Dúvida do Vestibulando

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE FAZER UM BACHARELADO E UM TECNOLÓGICO?
O bacharelado é um curso de comunicação social, com formação generalista na área e foco nas atribuições práticas em rádio e TV, como criação, direção, produção e edição de produtos radiofônicos, televisivos e videográficos (representações gráficas em vídeos) para TV, rádio, internet e outras mídias digitais, como áudio MP3 e celular. O tecnológico visa a áreas práticas de atuação, como assistente de produção, locução, cinegrafista, editor de imagens, sonoplasta e iluminador, assim como a gestão e administração de empresas do setor.

O mercado de trabalho

Há boas perspectivas para o profissional – bacharel e tecnólogo - de Rádio e TV. “As inovações tecnológicas estão diversificando o mercado de produção audiovisual, abrindo grandes oportunidades para quem trabalha na área”, diz Marco Vale, coordenador do curso de Rádio e TV da Cásper, em São Paulo. O mercado em expansão é o de produção de mídias digitais (internet) e móveis (celular). “Muitos formados começam a carreira abrindo uma produtora independente. Hoje, com equipamentos baratos, é possível produzir bons podcasts (formas de publicação de conteúdo de áudio, vídeo ou fotos pela internet)”, completa Vale. As melhores ofertas de trabalho são nas áreas de produção e edição de imagens, pois a realização de programas depende delas. “Os grandes empregadores ainda são as emissoras de TV, que procuram profissionais que tenham facilidade em escrever, produzir e editar. Esse perfil também é válido para quem quer trabalhar com produção de conteúdo para TVs a cabo, que têm parte de sua programação produzida no Brasil”, explica Vale. Com a chegada da TV na internet (IPTVs), aumenta também a procura por gestores de conteúdo, ou seja, profissionais capazes de criar programação audiovisual (programas, atrações) para mídias digitais e móveis. O eixo Rio-São Paulo tem as melhores chances, mas Minas Gerais e os estados da Região Sul produzem programas locais tanto em rádios e TVs privadas quanto em públicas e comunitárias. Há empregos no Nordeste, mais no Recife, onde cresce o número de produtoras de TV e vídeo independentes. “Quanto ao rádio, há um crescimento geral no Brasil todo. Tanto as cidades grandes quanto as pequenas geralmente têm emissoras locais”, diz Vale.

Salário inicial: R$ 925,00 (5 horas diárias, no interior e litoral); R$ 1.421,00 (5 horas diárias, na capital); fonte: Sindicado dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo.

O curso

Como o bacharelado é na área de comunicação, há muitas disciplinas como sociologia, filosofia, teoria da comunicação, história da arte e semiótica. Depois, entram as específicas, como roteiro, direção, cenografia, produção e criação em imagem e som. Com a chegada da TV digital ao país, alguns cursos habilitam o egresso a trabalhar com mídias interativas. Na maioria das instituições, o trabalho de conclusão de curso é obrigatório.

Duração média: quatro anos.

Outros nomes: Comun. Soc. (prod. para rádio e TV); Comun. Soc. (radialismo); Comun. Soc. (rádio e TV); Comun. Soc. (rádio, TV e multimídia); Radialismo.

O que você pode fazer

Criação

Elaborar roteiros e programas, vinhetas e chamadas de programas para rádio e TV. Coordenação de programação Organizar a grade de programação da emissora, determinando os programas que serão produzidos e os horários que entrarão no ar, segundo critérios comerciais e de audiência.

Direção

Liderar a equipe de produção. Supervisionar a produção de um programa e a criação de quadros, cuidando do conteúdo e da qualidade técnica.

Edição

Selecionar sons, imagens e textos que farão parte de cada programa radiofônico ou televisivo.

Gestão

Administrar o funcionamento de empresas do setor ou de áreas específicas, como comercial, financeira, marketing, além de gerir dados, como os de audiência.

Produção

Providenciar a infraestrutura necessária para que o programa seja realizado e transmitido, preparando entrevistados, providenciando material de apoio, cuidando de cenários e equipamentos e solicitando o suporte técnico e logístico para as gravações.

Roteiro

Escrever narrativas e diálogos para novelas, minisséries ou filmes. Preparar blocos de programas em emissoras de rádio e TV.

Técnica

Operar equipamentos de gravação de imagem e som, iluminação e edição.



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