O mercado de trabalho
O tecnólogo vai encontrar oportunidades de emprego em vários segmentos industriais. A maior demanda está concentrada em São Paulo, em razão do vasto parque fabril, além de Paraná, que recebeu bom número de empresas nos últimos anos, como a Renault, e Santa Catarina, onde a General Motors reiniciou, em agosto de 2010, a construção de sua fábrica de motores, em Joinville. “O norte do país começa a despontar também como um bom campo para esse profissional”, diz Mônica Parreira Coimbra Jacobsen, coordenadora do curso da Fatesc-Brusque. A Região Nordeste apresenta perspectivas nos setores de petróleo, açúcar, petroquímica e automobilístico. Além de ser contratado com carteira assinada, o tecnólogo pode prestar serviços em pequenas e médias empresas. Nesse caso, ele dá consultoria no planejamento de controle da produção e na gestão de recursos humanos.
Salário inicial: R$ 2.550,00 (6 horas diárias; fonte: Confea/Crea).
O curso
No início, a formação concentra-se principalmente em disciplinas mais teóricas, como cálculo, física, estatística e informática. Depois, vêm as matérias específicas: planejamento e controle da produção, administração industrial, orçamentos e custos, logística e controle da qualidade. Também constam do currículo do curso disciplinas das áreas das engenharias, como termodinâmica, refrigeração, materiais metálicos e polímeros, circuitos elétricos e eletrônica analógica e digital. Os processos de fabricação, o funcionamento das linhas de produção automatizadas e os softwares para comandar as diversas etapas de trabalho na empresa são conhecidos nas aulas práticas, que representam, em média, 40% da carga horária total do curso. A formação requer um estágio de seis meses. As instituições de ensino também costumam pedir um trabalho de conclusão de curso.
Duração média: três anos.
Outros nomes: Gestão da Prod.; Gestão de Processos Ind.; Gestão de Prod. Ind.; Processos Ind. (eletromec.); Prod.; Prod. Ind.; Prod. Ind. e Automotiva.



