O mercado de trabalho
A profissão permite atuação nas mais diversas áreas, que vão do setor moveleiro ao de metalurgia e da indústria de moda e calçadista à de acessórios. Seja nas grandes indústrias, seja nas empresas familiares, a necessidade de inovação do mercado tornou o designer uma peça-chave nas empresas, o que faz aumentar a procura pelo tecnólogo. “A economia aquecida, a necessidade de novos produtos e um mercado consumidor mais exigente abrem um grande campo para o designer”, diz Bruno Manoel Neves, coordenador do curso do IF-SC. O profissional é bastante requisitado no Sudeste, principalmente no estado de São Paulo, que tem um importante parque gráfico e conta com grande número de multinacionais dos ramos alimentício e têxtil. Na capital paulista também estão os principais escritórios de design do país. Na Região Sul, os postos de trabalho se expandem a cada ano, por causa da grande quantidade de indústrias de calçados e utilidades domésticas.
Salário inicial: R$ 1.500,00 a R$ 2.000,00 (em indústria de médio porte; fonte: Associação dos Designers de Produto).
O curso
A base teórica, no início do curso, inclui história da arte e do design, metodologia visual, introdução ao design, psicologia do consumidor, sociologia de consumo e empreendedorismo. Depois, o currículo engloba disciplinas mais práticas, como computação gráfica, desenho artístico e técnico, ergonomia e tecnologia de materiais. Para se formar é preciso fazer um trabalho de conclusão de curso: o planejamento de lançamento de um produto, desde sua concepção até a chegada ao mercado consumidor. Algumas escolas oferecem formação específica em embalagens ou joias.
Duração média: quatro anos.
Outros nomes: Design; Design de Embalagens; Design de Joias; Design de Joias e Gemas; Design de Prod.; Prod. Joalheira.



